| RICARDO CHACAL |
Um poeta irreverente! É assim que esse poeta é chamado, se bem que, Chacal é mais conhecido como músico e letrista — com parcerias célebres com Lulu Santos, 14 Bis, Blitz e outras bandas e compositores de sucesso — Chacal é também, e sobretudo, um poeta criativo, original, irreverente. Surgiu com Muito Prazer , Ricardo (1971) e desde então colabora em antologias, revistas impressas e eletrônicas, em performances, como autor e editor de livros, cronista, guionista, o escambau.
Poeta. Letrista. Agitador Cultural.
Filho de Marcial Galdino, ex-jogador do Fluminense.
Entre 1972 e 1973, morou em Londres e Lisboa.
Fez parte do grupo de poetas, músicos e artistas "Nuvem Cigana", com o qual montou diversos eventos de nome "Artimanhas", percorrendo circuitos alternativos e universidades na década de 1970.
Publicou vários livros de poesias e crônicas, entre eles: "Muito Prazer, Ricardo", 1971; "Preço da Passagem", 1972; "América", 1975; "Quampérius", 1977; "Olhos Vermelhos", 1979; "Nariz Anis", 1979; "Boca Roxa", 1979; "Expresso Voador e Tantas Coisas" (crônicas), 1982 e "Drops de Abril", em 1983.
Em 1977, formou-se em Comunicação pela UFRJ.
No ano de 1978, foi co-autor da peça "Aquela Coisa Toda", com Asdrúbal Trouxe o Trombone.
Em 1983, foi co-autor da peça "Recordações do Futuro", com o grupo Manhas e Manias.
No ano de 1987, publicou o livro "Comício de Tudo", no qual reuniu poesias e crônicas publicadas em vários jornais, como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e Correio Brasiliense.
Em 1996, editou a revista O Carioca, que trazia em seu conselho editorial Adriattigliani, Barrão, Fausto Fawcett e Waly Salomão. Em 25 de janeiro de 1999, foi lançado o nº 3 da revista.
Filho de Marcial Galdino, ex-jogador do Fluminense.
Entre 1972 e 1973, morou em Londres e Lisboa.
Fez parte do grupo de poetas, músicos e artistas "Nuvem Cigana", com o qual montou diversos eventos de nome "Artimanhas", percorrendo circuitos alternativos e universidades na década de 1970.
Publicou vários livros de poesias e crônicas, entre eles: "Muito Prazer, Ricardo", 1971; "Preço da Passagem", 1972; "América", 1975; "Quampérius", 1977; "Olhos Vermelhos", 1979; "Nariz Anis", 1979; "Boca Roxa", 1979; "Expresso Voador e Tantas Coisas" (crônicas), 1982 e "Drops de Abril", em 1983.
Em 1977, formou-se em Comunicação pela UFRJ.
No ano de 1978, foi co-autor da peça "Aquela Coisa Toda", com Asdrúbal Trouxe o Trombone.
Em 1983, foi co-autor da peça "Recordações do Futuro", com o grupo Manhas e Manias.
No ano de 1987, publicou o livro "Comício de Tudo", no qual reuniu poesias e crônicas publicadas em vários jornais, como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e Correio Brasiliense.
Em 1996, editou a revista O Carioca, que trazia em seu conselho editorial Adriattigliani, Barrão, Fausto Fawcett e Waly Salomão. Em 25 de janeiro de 1999, foi lançado o nº 3 da revista.
Ao lado de Bruno Levinson foi um dos criadores do espaço CEP 20.000 (Centro de Experimentação Poética), no qual se apresentavam performers, bandas de rock e vanguardas em geral, além de sambistas, funkeiros e batedores de lata. Inicialmente o evento ocorria no Espaço cultural Sérgio Porto e posteriormente, em 2007, no Teatro do Jockey. Neste mesmo ano de 2007 lançou, pela Editora Cosac Naify, a coletânea de poemas "Belvedere", reunindo trabalhos publicados em 35 anos de carreira. O livro também foi acompanhado por uma edição facsímile do livro de poesias "Quampérius", publicado em 1977. Apresentou-se, também em 2007, em um festival de poesia lusofônica em Nova York.
| LIVRO INDICADO PARA O EVENTO |
Eles os
Eles são assim mesmo:
estranhos bizarros
quimeras sob os cabelos
eles são assim mesmo:
búfalos pirados
e a arrogância necessária
para sobreviver
quando você vir um poeta
tire o chapéu:
ainda não nasceu
quem possa matá-lo
eles são assim mesmo:
insolentes.
Eles são assim mesmo:
estranhos bizarros
quimeras sob os cabelos
eles são assim mesmo:
búfalos pirados
e a arrogância necessária
para sobreviver
quando você vir um poeta
tire o chapéu:
ainda não nasceu
quem possa matá-lo
eles são assim mesmo:
insolentes.









